Composição real da fábrica de agentes para operações de manutenção e assistência técnica em campo — com ativo identificável (equipamentos, máquinas, instalações). O cenário abaixo é genérico; a mesma composição já foi desenhada a partir de uma operação real de manutenção industrial no Brasil e na América do Sul.
Um orçamento aprovado no sistema do cliente é o gatilho único de toda a cadeia — o agente não cria ordens de serviço, ele reage a uma que já existe.
Cruza agenda, localização e disponibilidade dos técnicos e propõe uma rota — sempre com justificativa. Quando descarta uma opção, diz o motivo.
O técnico interage por WhatsApp: confirma chegada, segue o checklist do ativo e envia fotos. O canal é interface — nunca o registro. Tudo é salvo na plataforma.
Coleta o relato em áudio e, antes de o técnico ir embora, identifica lacunas no checklist e pergunta na hora — evitando o retrabalho de reabrir a OS depois.
Gera uma prévia assim que o técnico sai, e uma versão final quando o resultado do laboratório chega — marcando claramente o que é inferência e o que é afirmação confirmada.
A aprovação final do relatório acontece no painel, com identidade registrada. O WhatsApp notifica; não decide. O alvo não é gerar relatório rápido — é gerar relatório aprovável de primeira, sem travar na revisão de quem assina.
O Assessment mapeia exatamente onde essa composição se encaixa na sua operação.
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